A escolha de um nobreak costuma ser reduzida ao preço e à potência da etiqueta, e é aí que começam os erros de dimensionamento. Cada operação tem uma carga, um nível de criticidade e um objetivo durante a falta de energia, e esses três pontos definem o equipamento adequado.
Potência real, não a da etiqueta
A etiqueta traz a potência aparente, em VA. O que alimenta de fato os equipamentos é a potência ativa, em watts. Somar a potência ativa da carga a proteger, com margem de segurança, é o ponto de partida para não subdimensionar.
Topologia pela criticidade
Cargas simples são bem atendidas por topologias standby ou line interactive. Servidores, equipamentos médicos e ambientes que não toleram microinterrupção pedem topologia online de dupla conversão, que alimenta a carga sem tempo de transferência.
Autonomia pelo cenário
A autonomia necessária depende do objetivo durante a queda: desligar com segurança, servir de ponte até o gerador assumir ou manter a operação rodando. Cada cenário pede uma configuração de bateria diferente.
Onda senoidal e instalação
Equipamentos sensíveis pedem onda senoidal pura. E mesmo o nobreak certo protege menos quando a instalação, o aterramento e a ventilação são inadequados. A escolha certa considera também esses detalhes.
Conte com a NB Tech
A NB Tech dimensiona o nobreak pela carga real, indica a topologia e a autonomia adequadas e orienta a instalação, para que a proteção entregue o que foi projetada para entregar. Fale com a nossa equipe pelo (11) 3380-6113.